quinta-feira, 26 de abril de 2012

Para ambientalistas, texto aprovado do Código Florestal ampliará o desmate

O Estado de São Paulo

Apesar de a recuperação de 15 metros das margens de rios com até 10 metros ter ficado no Código Florestal, o relator Paulo Piau conseguiu aprovar seu parecer na íntegra, derrubando 21 pontos do texto do Senado que garantiam mais proteção às florestas.
Para Tasso Azevedo, consultor ambiental, essas mudanças tornam o texto muito pior e o resultado pode ser considerado vitória dos ruralistas. 'Não resta saída a Dilma senão vetar', diz.
Um dos recuos é em relação ao cadastro rural. O texto do Senado dava um prazo de cinco anos para que os produtores fizessem o cadastro e só com isso eles poderiam pedir o crédito rural. Essa necessidade caiu.
Outro ponto é o que permite que terras indígenas e Estados da Amazônia que têm mais de 65% de sua área protegida por unidades de conservação (UCs), como o Amapá, tenham uma redução da reserva legal de 80% para 50%. 'Isso pode ser o caso também de Roraima. Já tem gente incentivando a criação de novas UCs para poder reduzir a reserva legal e desmatar mais', afirma Tatiana de Carvalho, da campanha Amazônia do Greenpeace.
'O pessoal ficou muito focado no artigo 62 (que falava da restauração das APPs) e se esqueceu dos outros pontos que podem aumentar muito o desmatamento', diz. Segundo ela, o que eventualmente venha a ser recuperado nas APPs não chega a compensar o que poderá ser desmatado agora. 'O texto tem tantas brechas que concedem anistia que a degradação só vai crescer.'
'Esse resultado mostra que o que é interesse público, como ar, água, é negociado como moeda de troca. A chantagem venceu o Brasil. O governo não operou, não fez absolutamente nada para mudar a situação. Quando perdeu na aprovação do texto da emenda 164 (que anistiava os desmatadores), em maio do ano passado, o placar foi de 273 a 182. Agora foi 274 a 184. O governo deixou isso acontecer', afirma Mario Mantovani, diretor da SOS Mata Atlântica.
Ele cita como ponto dramático a retirada do Código da definição de pousio (período sem uso do solo), que o texto do Senado considerava ser uma interrupção temporária de atividades agrícolas ou pecuárias por, no máximo, cinco anos em até 25% da área produtiva da propriedade.
'A ideia de pousio agora pode ser aplicada para tudo. Por exemplo, uma área abandonada por um proprietário que depois de muitos anos se regenerou e hoje apresenta uma mata secundária de novo poderia voltar a ser ocupada se ele alegar que é só um pousio e tem intenção de plantar de novo. Isso pode acabar com a Lei da Mata Atlântica', declara.
 

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Acidente aéreo vitima Deputado Dalto Martins, em Macapá

Deputado Dalto Martins morre em acidente aéreo no Amapá

O Corpo de Bombeiros confirmou duas mortes em acidente de avião ocorrido por volta das 5h40 de hoje (20), em Macapá (AP). Um deles é do deputado estadual do Amapá Dalto Martins (PMDB).

As causas do acidente estão sendo apuradas, mas as informações iniciais são de que o avião estava em pouso de emergência. O comandante comunicou o problema à Infraero.

Dalto Martins viajava para Manaus. Ele deixa esposa e três filhos.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Trânsito faz mais uma vítima em Macapá, até quando?

Ontem em frente a faculdade CEAP, um ato de imprudência fez com que o motoqueiro, ao tentar evitar a colisâo com o carro da frente, que havia parado no tachão, mudasse de pista, indo para a contramão, batendo de frente com uma carreta. O motoqueiro, Francisco de Assis Gomes de 42 anos, foi levado ao Hospital de Emergências, mas morreu antes de dar entrada. Este tipo de acidente compõe a triste estatística que o Governo Federal tenta atualmente amenizar, através de programas de redução no número de mortos e feridos graves. Exemplo é o projeto VIDA NO TRÂNSITO, que está em vias de implantação no município de Macapá, através da Secretaria Municipal de Saúde. Mas este, como tantos outros projetos, somente terá êxito se houver a participação de todos os entes administrativos, União, Estados e Municípios na sua execução

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Para os pais e professores de alunos com TGD / Autismo: Existe cura ?


Que milagre é esse?  

Quando nós pais recebemos um diagnóstico definitivo do problema neurológico que atinge nosso filho, confirmando aquilo que no fundo já suspeitávamos, é algo muito impactante, ninguém está preparado para um momento como este. É difícil demais, doloroso demais. A realidade passa a ter nome e sobrenome e é no mínimo assustadora.

Neste primeiro momento somos tomados por toda sorte de sentimentos negativos: revolta, raiva, depressão, medo, culpa, insegurança... Custa a crer que seja verdade, mas é. Atingir esta consciência pode variar no tempo, mas todos chegamos a ela.

Entramos então em uma segunda fase, não menos perigosa, de arregaçar as mangas em busca do tão sonhado milagre, somos como traças a “comer” toda e qualquer fonte de conhecimento sobre o assunto, livros, estudos, artigos, Internet. Nos tornamos verdadeiros “doutores” no assunto. Chegamos a achar que sabemos mais que os médicos. Desconfiamos de quase tudo e queremos discutir de igual para igual.

É claro que o tempo e a intensidade desses momentos variam de pessoa para pessoa, mas em regra sofremos com a realidade e sonhamos com um milagre.

E foi em busca dele, que assisti uma vez, em um seminário sobre Autismo e Asperger, o depoimento de um pai que abandonou sua profissão para voltar aos bancos da faculdade e freqüentar um curso na área de biomedicina, mudando totalmente sua vida e o seu perfil profissional porque ele não aceitava que a ciência médica, tão avançada, não tinha uma solução para o problema de seu filho e, se era assim, ele mesmo a encontraria.

Parece extremo e é, mas quem de nós não iria atrás daquele “pássaro azul no alto de uma montanha dourada nos confins da Terra” se isso salvasse o seu filho? Eu, com certeza, iria.

Acontece que com o passar do tempo nós também descobrimos que este tipo de milagre não existe. Não há pílula dourada ou varinha de condão. O milagre não esta relacionado à cura e sim a melhora evolutiva, às vezes imperceptível aos olhos da “normalidade”, mas que para nós e nossos filhos é como vencer o invencível.

Estas vitórias só vêm com muito esforço, trabalho, disciplina e entrega fruto do amor incondicional da qual só nós, os pais, é que somos detentores. Não espere que terceiros, por mais qualificados e dedicados que sejam, venham a suprir um lugar e um poder que é exclusivamente seu. É dele que seu filho se alimenta para evoluir.

Quando se trata do dia a dia, dos sentimentos, humores, percepções, o olhar treinado é o nosso, forjado no cotidiano. É nele que os médicos e terapeutas se baseiam para sustentar suas orientações.

Em quase toda consulta que fazemos ao neurologista costumamos renovar a esperança do milagre imediato e assim esquecemos que ele está diante de nossos olhos: basta comparar a evolução o ganho de desenvolvimento que já foi alcançado.

É, primordialmente, nesta disciplina e entrega irrestrita, só oferecida pelos pais, que o verdadeiro milagre diário acontece.

Às vezes é preciso que alguém nos diga isso claramente. É como levar um soco no estomago. Dói, paralisa, mas nos dá a consciência de que para seguir em frente é preciso deixar de almejar o “miraculoso, o ilusório, o imediatista” e passar a festejar essa evolução constante, verdadeira, e não menos brilhante e preciosa.

Roberta Haude


domingo, 5 de fevereiro de 2012

Égua, não, moleque!


Hoje ouvi pela primeira vez o meu garotinho dizer: “’égua!””. Confesso que fiquei emocionada. Com três aninhos e uma boa influência do ambiente, o pequeno Oswaldo começa a aventurar-se no léxico nortista, pois falou com a entonação de quem sabe o significado dessa expressão tão comum nestas paragens nortistas. E olha que o moleque é meio enrolado com a língua... Égua, será que eu fiquei alegre!

domingo, 29 de janeiro de 2012

MARABAIXO EM MAZAGÃO FAZ ALEGRE MEU CORAÇÃO


O Grupo Flores do Marabaixo da Vila de Mazagão Velho foi criado por descendentes da Senhora Ana Ayres da Silva, a Tiana, moradora antiga da Vila, que realizou  ao longo de sua vida, um intenso trabalho de preservação das manifestações culturais, dentre os quais, o Auto Natalino o Cordão das Pastorinhas, que se mantém até os dias de hoje, contabilizando 102 anos de apresentação.É um grupo estilizado, ou seja, canta canções que fazem referência ao marabaixo tradicional, enaltecendo essa manifestação cultural, sem ser de fato, um grupo de raiz.
Em sua música de estréia o grupo canta versos de exaltação aos principais eventos culturais da Vila de Mazagão Velho, tais como: a Festa de São Tiago, a Festa do Divino Espírito Santo e o Cordão das Pastorinhas.
Filhas e netas de Dona Ana Ayres-23/01/2012 (Aniversário de Mazagão)


...TEM FLORES NO MARABAIXO / TEM FLORES NESTE CORDÃO

PASTORINHAS NO MARABAIXO /FLORES DE MAZAGÃO

MARABAIXO EM MAZAGÃO / FAZ ALEGRE MEU CORAÇÃO...

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

SÓ PRA LEMBRAR OS ANOS DE BELÉM....

http://youtu.be/OY3hMWQmxvE
Cruzada


Não sei andar sozinho
Por essas ruas
Sei do perigo que nos rodeia
Pelos caminhos
Não há sinal de sol
Mas tudo me acalma no seu olhar
Não quero ter mais sangue
Morto nas veias
Quero o abrigo do teu abraço
Que me incendeia
Não há sinal de cais
Mas tudo me acalma no seu olhar

Você parece comigo
Nenhum senhor te acompanha
Você também se dá um beijo dá abrigo
Flor nas janelas da casa
Olho no seu inimigo
Você também se dá um beijo dá abrigo
Se dá um riso dá um tiro

Não quero ter mais sangue
Morto nas veias
Quero o abrigo do teu abraço
Que me incendeia
Não há sinal de cais
Mas tudo me acalma no seu olhar

Você parece comigo
Nenhum senhor te acompanha
Você também se dá um beijo dá abrigo
Flor nas janelas da casa
Olho no seu inimigo
Você também se dá um beijo dá abrigo
Se dá um riso dá um tiro


terça-feira, 25 de outubro de 2011

CORDÃO DAS PASTORINHAS NA EXPOFEIRA 2011

O Anjo, o Pastor e a Mestra

A Despedida das Pastoras

Noite mágica, sonhos de Natal em plena Feira Agropecuária, Mazagão Velho, aqui vamos nós!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Inclusão Escolar e o hiato que vivemos ( Por Roberta Haude)

Para quem tem filhos, a temporada de matrículas, pré-matrícula, entrevistas, avaliações pedagógicas, provas para conseguir uma vaga, é um período que muitas vezes eleva a ansiedade das crianças e de seus pais a níveis estressantes.
Na maioria dos casos a escolha da Instituição de ensino gira em torno de critérios gerais, tais como, custo da mensalidade, método de ensino, oferta de atividades extracurriculares e localização. Para outras famílias, contudo, estas questões são meramente secundárias porque elas estão preocupadas com algo bem mais vital e complexo como a aceitação, o acolhimento de filhos que, por razões de natureza neuro-cognitivas ou psicomotoras, encontram-se em uma lacuna entre o desenvolvimento dito “normal” e aqueles que tem pouca ou nenhuma chance de se desenvolverem pelas propostas regulares de ensino.
Aos primeiros o universo ilimitado das escolhas, aos últimos, ainda que em menor escala, a possibilidade das escolas especiais. E o que fazem as famílias cujo filho encontra-se no meio deste caminho? Onde encaixar o cada vez mais numeroso grupo de crianças com transtornos de ansiedade, déficit de atenção, hiperatividade, bipolaridade, dislexia, dificuldades motoras que a maioria das escolas friamente rejeita?
Por terem a sua capacidade cognitiva preservada, elas são capazes de se desenvolverem, mesmo que para isso necessitem de uma forma ou um tempo pouco diferenciado, motivo pelo qual não se enquadrariam nas propostas específicas das Escolas Especiais.
Geralmente, estas crianças necessitam muito mais de acolhimento, boa vontade e comprometimento do que grandes mudanças pedagógicas. Por vezes, basta proporcionar adaptações como uma formatação individualizada dos textos a serem estudados, a liberdade de escrever com o tipo de letra que lhe seja mais fácil, um tempo próprio para entrega dos trabalhos, em certos casos a aceitação de uma mediadora profissional em sala de aula ou basta apenas permitir que este aluno realize seus exames individualmente, em sala separada para que não haja comprometimento de seu nível de atenção e o problema da inadequação estaria resolvido.
Mas, para isso é preciso uma dose de boa vontade e a realidade que encontramos é a da rejeição sustentada pela criação de dificuldades levantadas como intransponíveis e alimentadas pelo preconceito e pelo comodismo daqueles que, investidos da nobre função de educar, se apresentam exclusivamente como administradores de um negócio cujo objetivo se restringe unicamente a números e lucros.
O renomado educador Daniel Pennac, nascido no Marrocos, professor de língua Francesa em Paris e autor de diversas obras sobre educação e pedagogia, dedica sua longa vida profissional a resgatar estes desvios de padrão que, como ele próprio, são muitas vezes levados a acreditar serem lerdos e incapazes, mas que segundo ele, necessitam sobretudo de acolhimento por parte do sistema educacional, cabendo ao professor, como quem cuida de pássaros, reanimá-las, cuidar delas e pô-las a voar novamente, desta vez direto rumo a seu futuro (Diário de Escola, pág.235/236 – Ed. Rocco).
A princípio, é muito mais fácil trabalhar o universo do lugar comum. O novo, o diferente, desafia, assusta, por vezes, expõem nossas deficiências, em contrapartida, nos faz repensar valores pré-estabelecidos, ver por ângulos inimagináveis, quem sabe, evoluir.
A história da humanidade esta repleta de casos que computam à genialidade dos considerados inadequados, loucos e diferentes, boa parte da responsabilidade pelo estágio evolutivo em que nos encontramos. Ressalte-se que estes cérebros costumam apresentar aptidões especiais que lhes conferem habilidades intelectuais não alcansáveis pelas pessoas ditas normais. É da mente desses desvios de padrão que por vezes saem soluções para as grandes questões científicas que nos assombram ou que artisticamente mudam os padrões culturais de sociedades.
Outro fato que podemos observar também é o aumento considerável desses casos nos últimos tempos, conseqüência talvez dos efeitos da vida moderna ou quem sabe seja a mente humana entrando em uma fase de mudança evolutiva. Atualmente, difícil alguém que não convive ou conhece alguém que tenha em sua família crianças nessa situação.
Concluímos, então, que, num mundo globalizado, impossível não se deparar com essas realidades, que impõe a necessidade de nos prepararmos para lidar com elas a qualquer tempo, auxiliando, acolhendo, tirando ensinamentos valiosos para nossa vida pessoal, profissional e social. Lapidando-nos como pessoas antenadas com o nosso tempo.
Feliz aquele que em sua formação educacional tem ou teve oportunidade de conviver com essas diferenças, gerenciar, crescer com elas, no mínimo se tornarão cidadãos socialmente mais preparados.
A pergunta que fica se dirige a grande maioria das Instituições de Ensino. O que falta para que se apercebam desta realidade?! Não duvidem que este já é um diferencial, um requisito importante para que muitos pais optem por escolher esta ou aquela Escola para educar seus filhos.


Roberta Haude

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

MENSAGEM PELO DIA DO PROFESSOR

Vem cá, professora preciso falar-te...
Pode ser que estejas cansada...
foram tantos os problemas desse dia!

Foram longas as horas de trabalho!
E pode ser que estejas preocupada...!

São tantas as diferenças sociais!
São tantos os problemas na familia!
e grande a responsabilidade que lhe confiamos!

Deves estar apressada...o trabalho fica tão longe!
o ônibus esta atrasado!
A fila já dobra a esquina!
A gasolina tão cara!
Talvez esteja mesmo angustiada...a vida anda tão difícil!

O salário já chegou ao fim.
Mas, apesar do cansaço da pressa e da angustia... eu insisto: preciso falar-te!

Preciso que me escute.
Trago recados de tanta gente.

Houve alguém que praticou uma boa ação e manda dizer-te que foi porque teu exemplo convenceu.

Outro que venceu na vida e manda dizer que foi porque tuas lições permaneceram.

Um outro que superou a dor disse que foi a lembrança de tua coragem que o ajudou...

E toda a gente desta cidade, Estado e Pátria manda dizer que es importante, que sua presença na educação é fundamental...

Você tem nas mãos a grande arma...

SEUS ALUNOS!!!!!!!!

Você é especial....

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

ECOLALIA

Se eu disser que eu te amo
O seu dizer que: eu te amo!
Há de não ser eu o teu Amo
Arde não ser eu o teu amor
Como não sabes dizer-me
sabes dizer a mim como
Ou quando tu me dirás?

E me adorarás que horas
Durará horas,que horas?

Abraço, hãs de me dar?
Ás em não me dar
Não me darás um traço
Por um lapso ou sinapse
Sei que não atinarás
Não atirarás um beijo
Nem beijo dispensarás
Sem beijo! repetirás...


Significado: Ecolalia - é quando a criança apresenta uma maior maturação do sistema neurológico e um maior número de vivências e experiências, possibilitando uma modificação no seu discurso de natureza positiva. Deste modo, o bebé está mais apto para ouvir e reproduzir o que o cuidador diz, repetindo e imitando o que ouve. No entanto, estas repetições do discurso do adulto são desprovidas de significado, porque aparecem em contextos inadequados.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Vamos ao Círio 2011, Nossa Senhora te espera!

O tradicional Círio de Nossa Senhora de Nazaré,  em Macapá, ocorrerá no dia 09 de outubro, a exemplo da procissão paraense. São aguardados cerca de duzentos mil romeiros, uma vez que, a cada ano há recordes de participantes. A procissão sairá da (minha) Paróquia de Fátima, após a Santa Missa, onde terei novamente a honra de estar compondo o grupo de Liturgia, cantando para a Mãe do Criador.
                                 ... NÃO HÁ COMO SE COMPARAR
                                     PERFEITO É QUEM TE CRIOU,
                                     SE O CRIADOR TE COROOU
                                     TE COROAMOS Ó, MÃE,
                                     NOSSA RAINHA!...

Projeto Dê Sinal de Vida, bem em tempo...

Garantir a visibilidade aos motoristas e, assim, possivelmente reduzir a mortalidade e os acidentes de trânsito.
É o Projeto que propõe a pintura nas novas faixas de pedestres da figura de uma mão erguida, alertando os pedestres para a necessidade de levantá-la para demonstrar aos motoristas, de veículos automotores ou não, a intenção de atravessar a rua sobre a faixa. O projeto é de autoria do vereador Clécio Luiz (PSOL).
Visando implementar o novo sinal no município de Macapá, será realizada a Campanha "Dê Sinal de Vida". O objetivo é educar e conscientizar os pedestres da necessidade de levantar a mão antes da travessia na faixa, e os motoristas de dar a prefe-rência aos pedestres.
Essa medida é necessária, pois o Brasil, principalmente nas capitais e grandes cidades, possui altos índices de acidentes de trânsito. Quando as vítimas são os pedestres, os danos são maiores, pois em muitos casos eles causam mortes ou deficiência para o resto da vida.
O Código de Trânsito Brasileiro dedica um capítulo especial aos pedestres e condutores de veículos não motorizados. Ele estabelece normas gerais de conduta no trânsito, onde se discriminam direitos e deveres voltados para a segurança dessas categorias. Para o cumprimento dessas normas, é evidente que há a necessidade de uma boa educação no trânsito para todos. Caso contrário, os resultados benéficos ficarão abaixo do necessário.
Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil registra um índice de 18.9 fatalidades por grupo de 100 mil habitantes, em perdas provocadas pela violência no trânsito. Países líderes, alguns europeus e outros asiáticos, registram uma taxa de 5 mortes por 100 mil habitantes. Por conta disso, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas proclamou oficialmente no dia 2 de março de 2010 o período de 2011 a 2020 como a Década Mundial de Ação pela Segurança no Trânsito, a fim de estimular esforços em todo o mundo para conter e reverter a tendência crescente de fatalidades e ferimentos graves em acidentes de trânsito no planeta.

Fonte: Diário do Amapá

sábado, 24 de setembro de 2011

Olimpíadas do CEESP 2011-VIII Edição


Momento de grande alegria para todos nós que fazemos a Família CEESP, as VII Olimpíadas do CEESP transcorreram com grandes emoções, novidades e alegria de subir mais um degrau na inclusão dos nossos alunos.
VALEU!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Aumento da verba indenizatória concedida aos parlamentares.O que diz Cristina Almeida

Por Cristina Almeida

Em mais uma desesperada tentativa de desestabilizar o governo do PSB, Gilvam Borges está tentando politizar o ato da cobrança feita pelos promotores Adauto Barbosa e Afonso Guimarães à Assembléia Legislativa, onde em nome do Ministério Público eles recomendam ao presidente da Assembléia Legislativa, deputado Moisés Souza, que o presidente promova no prazo de cinco dias a redução da cota mensal da verba indenizatória concedida aos parlamentares.
A redução visa desfazer o ato da mesa diretora sob o nº005/2011, que aumentou de R$ 50.000,00 para R$ 100.000,00, a referida verba é destinada ao reembolso das despesas feitas por nós deputados no exercício da função.
O Ministério Público do Amapá reconhece que as verbas indenizatórias são legais, porém diverge do valor que vem sendo pago. Os promotores recomendaram que o valor pago aos deputados estaduais seja o correspondente ao limite de até 75% do que é pago aos deputados federais.
A recomendação em questão é um procedimento inerente ao Ministério Público, cuja função é ser o guardião da Constituição Federal e das leis do País. Vale lembrar que o Ministério Público não está ligado nem ao poder executivo, nem ao legislativo e nem ao judiciário. Cada promotor pode e deve agir de forma independente.
Cabe ressaltar ainda que o Promotor de Justiça, através do Princípio da Independência Funcional, tem o direito de atuar livremente, sendo que não tem o Procurador-Geral e a Administração Superior qualquer tipo de ingerência nas manifestações dos Promotores ou dos Procuradores. Parafraseando o Jurista Hugo Mazzilli, autor de várias obras sobre o Ministério Público, dentre os quais destaco o livro promotor de Justiça e o atendimento ao público (1985), “[...] os membros do Ministério Público são agentes políticos – ou seja, órgãos independentes do Estado, situados no topo da esfera hierárquica de competência, como o são os membros do Poder Executivo, Legislativo ou Judiciário.
Em artigo publicado no Jornal A Gazeta de 11.09.2011 , Gilvam Borges se aproveita da ação do Ministério Público para tentar plantar a discórdia ao induzir que a Assembléia Legislativa do Amapá estaria convocando a Procuradora Geral do Ministério Público do Amapá, Dra. Ivana Cei, para prestar esclarecimentos em retaliação à ação do órgão que ela conduz. “Corre à boca pequena um grave entrevero entre a assembléia legislativa e o Ministério Público. Não ameaças veladas.
São escancaradas. Na forma de possível convocação da nobre procuradora geral de justiça, Dra. Ivana Cei, a fim de prestar esclarecimentos na Assembléia legislativa”, afirma Gilvam no referido artigo. Com isso Gilvam trata de tentar plantar a discórdia entre a Assembléia Legislativa e o Ministério Público para depois afirmar que existe “desarmonia” entre os poderes e tentar fazer um falso retrato dantesco do Amapá.
As palavras de Gilvam são amplamente difundidas por meio de grupos de comunicação de propriedade de sua família. Fazendo coro a voz de seu mentor, esses meios de comunicação tentam confundir a população difundindo a falsa informação de que a recomendação do Ministério Público à Assembleia Legislativa é uma estratégia política do Governo do PSB contra o poder legislativo. Em um Estado Democrático de Direito não se pode tolher o poder de investigação de um órgão como o Ministério Público, se houve uma recomendação, trata-se de um ato normal, cabe a Assembléia Legislativa fazer a adequação requerida ou contestar seus direitos.
Após inúmeras tentativas de usar as classes profissionais que lutam devidamente pela garantia dos seus direitos perdidos após oito anos do falido governo Waldez, agora a idéia é tentar desarmonizar os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, na tentativa de instalar o “caos” no nosso Estado. A oposição capitaneada por Gilvam Borges não aceita a Mudança alcançada nas urnas e tenta desqualificar o Governo do Partido Socialista Brasileiro – PSB com inverdades caluniosas.

DEPUTADA CRISTINA ALMEIDA (PSB/AP)

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

21 de Setembro: Dia de Luta da Pessoa com Deficiência


A data de hoje foi bastante divulgada na imprensa local, fato que me encheu de profundas reflexões. Como educadora, após assistir as palestras no auditório da UEAP, com a presença de diversas entidades de atendimento, conselhos, associações de pais e de pessoas com deficiências, senti-me, em certa medida, satisfeita com o nível de articulação, tanto dos palestrantes quanto da platéia.
No papel de profissional da área, continuo achando que ainda temos um longuíssimo caminho a trilhar, pois embora nesses momentos haja grande visibilidade, na vida real da maioria das nossas escolas, continuamos a carecer,no dia-a-dia de mais informação e formação a mais.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Quanto ganha um Deputado Estadual no Amapá ( Eia, povo herói varonil!)

Postado por: Alcinéa Cavalcante10:43 pm

Extravagância amazônica

O Amapá é pobre. Menos para os deputados: além do salário, eles ganham R$ 100 mil por mês para gastar com seus mandatos

Danilo Thomaz

O Amapá está na lanterna entre os Estados brasileiros no ranking da produção de riqueza – a soma de tudo o que lá se produz equivale a apenas 0,2% do PIB nacional, o pior resultado do país. Essa pobreza contrasta com a generosidade dos políticos do Estado em se concederem regalias. Até junho do ano passado, os 24 deputados da Assembleia Legislativa do Amapá recebiam R$ 15 mil por mês a título de verba indenizatória – uma espécie de salário indireto, criado há dez anos em Brasília em resposta à pressão de deputados e senadores por aumento salarial e, depois, adotado pelas assembleias estaduais em todo o país. Em um ano, os deputados do Amapá elevaram a verba de indenização de R$ 15 mil para R$100 mil por mês, mais de três vezes o que recebem deputados e senadores para gastar em Brasília e nas despesas com viagens para seus Estados.

O mais recente reajuste no Amapá ocorreuem julho. Porproposta do presidente da Assembleia, deputado Moisés de Souza (PSC), a verba deu um salto de R$ 50 mil, que já era a maior do país, para R$ 100 mil. Foi aprovada por unanimidade pelos deputados. Para ter uma ideia da generosidade absurda desse aumento, a segunda maior verba indenizatória, no valor de R$ 39 mil, é paga pela Assembleia Legislativa de Alagoas. A terceira é paga no Maranhão, R$ 32 mil por mês.

Em agosto, o Ministério Público estadual tentou anular a decisão da Assembleia Legislativa do Amapá. Em ofício enviado ao deputado Moisés de Souza, a procuradora-geral de Justiça, Ivana Lúcia Franco, recomendou o cancelamento do reajuste da verba indenizatória e a redução do valor para cerca de R$ 23 mil. A proposta do Ministério Público não sensibilizou os deputados. Pelo contrário, os 24 deputados abriram processo contra o promotor Adauto Barbosa, responsável pela Defesa do Patrimônio Público, por ele ter declarado a uma emissora de rádio que os deputados aumentaram a verba para atender a “seus interesses eleitoreiros e pessoais”. Na semana passada, também por ofício, o presidente da Assembleia, Moisés de Souza, descartou qualquer redução da verba indenizatória. Afirmou que não existe lei estadual ou federal que “estabeleça critérios objetivos para a fixação dos valores máximos da referida verba”. Portanto, o limite fica a critério apenas deles. Para Moisés de Souza, a verba indenizatória, por ter substituído cotas como a de combustível, deu mais transparência ao uso do dinheiro público. Souza, que lidera os colegas na farra com dinheiro público, é aliado do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Em julho, depois de Sarney dizer que se aposentaria ao final de seu mandato, em 2014, Souza lançou no Amapá o movimento “Fica, Sarney”.

Diferentemente do Amapá,em alguns Estados a divulgação dos gastos com a tal verba indenizatória inibiu reajustes ou simplesmente causou sua revogação. Esse foi o caso de Santa Catarina. Em 2009, o Estado destinava R$ 38 mil para cada deputado gastar com combustíveis, hospedagem, viagens, alimentação e telefones, entre outras despesas no exercício do mandato. Pressionada, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina acabou com a verba. Passou a reembolsar as despesas dos deputados mediante a apresentação de notas fiscais para gastos autorizados pela Mesa Diretora.com a verba. Passou a reembolsar as despesas dos deputados mediante a apresentação de notas fiscais para gastos autorizados pela Mesa Diretora.


domingo, 18 de setembro de 2011

Rezar faz bem, boa semana a todos, voltarei a escrever diariamente...

 
Após a missa, tentar iniciar a semana refletindo as palavras do Santo Evangelho: os primeiros serão os últimos e que o nosso humano pensamento seja aberto a compreensão do pensar divino.
Evangelho (Mateus 20,1-16a)

Domingo, 18 de Setembro de 2011
25º Domingo do Tempo Comum

Naquele tempo, Jesus contou esta parábola a seus discípulos:
1“O Reino dos Céus é como a história do patrão que saiu de madrugada para contratar trabalhadores para a sua vinha.
2Combinou com os trabalhadores uma moeda de prata por dia, e os mandou para a vinha.
3Às nove horas da manhã, o patrão saiu de novo, viu outros que estavam na praça, desocupados, 4e lhes disse: ‘Ide também vós para a minha vinha! Eu vos pagarei o que for justo’.
5E eles foram. O patrão saiu de novo ao meio-dia e às três da tarde, e fez a mesma coisa.
6Saindo outra vez pelas cinco horas da tarde, encontrou outros que estavam na praça, e lhes disse: ‘Por que estais aí o dia inteiro desocupados?’ 7Eles responderam: ‘Porque ninguém nos contratou’. O patrão lhes disse: ‘Ide vós também para a minha vinha’.
8Quando chegou a tarde, o patrão disse ao administrador: ‘Chama os trabalhadores e paga-lhes uma diária a todos, começando pelos últimos até os primeiros!’
9Vieram os que tinham sido contratados às cinco da tarde e cada um recebeu uma moeda de prata. 10Em seguida vieram os que foram contratados primeiro, e pensavam que iam receber mais. Porém, cada um deles também recebeu uma moeda de prata.
11Ao receberem o pagamento, começaram a resmungar contra o patrão: 12‘Estes últimos trabalharam uma hora só, e tu os igualaste a nós, que suportamos o cansaço e o calor o dia inteiro’.
13Então o patrão disse a um deles: ‘Amigo, eu não fui injusto contigo. Não combinamos uma moeda de prata? 14Toma o que é teu e volta para casa! Eu quero dar a este que foi contratado por último o mesmo que dei a ti. 15Por acaso não tenho o direito de fazer o que quero com aquilo que me pertence? Ou estás com inveja, porque estou sendo bom?’
16aAssim, os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos”.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Para Fabíola, que partiu desta vida em 08 de Setembro


Eu vou só
Vou buscando um tempo de sonhar
Vou chegar
Vai saber
Que muda o dia de qualquer um
Se o sol chegar, é bom
Tudo é melhor
Com essa cor

Eu vou só
Vou buscando um tempo de sonhar
Vou chegar
Vai saber
Que muda o dia de qualquer um
Se o sol chegar, é bom
Tudo é melhor
Com essa cor

No fundo
O mundo é que nem um
Chão de sementes
Eu faço da terra molhada
O meu jardim
Espero as flores se abrirem
Como se a gente soubesse
Que o amor nunca vai ter fim


 

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